Na minha estante: Orgulho e Preconceito

“As pessoas em si são tão diferentes que sempre existe algo novo a ser observado.”
Orgulho e Preconceito

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O que dizer deste livro. Bem, não sei por quê ele estava inacabado na minha cabeceira. Peguei o livro esses dias e vi que tinha parado numa parte que gosto muito do livro. Não lembro em que momento da minha vida eu estava ao começar a leitura, mas ao terminá-la, no dia 12 de abril, estava prestes a embarcar para a casa da minha avó no interior do estado, num dia nublado na capital paranaense, desejando mais e mais páginas dessa obra. Gosto como a Jane Austen consegue lidar com tantos assuntos de forma tão delicada. Em Orgulho e Preconceito, como o próprio nome já expressa, Austen aborda dois sentimentos que podem se tornar grandes vilões quando o assunto é relacionamento humano. 
Em Orgulho e Preconceito, J. A. conta a história da família Bennet – sr. e sra. Bennet, Jane (a mais velha), Elizabeth (a segunda), Mary (3ª), Kitty (4ª) e Lydia (a caçula) – e aborda os muitos assuntos vividos no âmbito familiar e a busca por matrimônios sólidos e vantajosos, em uma época que a mulher só conseguia alguma ascensão social por meio do casamento.
O livro é gostoso de ler, apesar da linguagem nada parecida com a vista nos dias de hoje, não é difícil de entender. Acredito que seja uma ótima leitura para encorpar o vocabulário e ainda se deliciar com uma história de amor moderna para a época.
Sei que, ao terminar de lê-lo fiquei com um sorriso enorme, com vontade de rir e feliz por agora essa obra fazer parte de mim também.
Bom lembrar que 2013 é o ano do bicentenário de Orgulho e Preconceito e nada melhor do que ter uma overdose de Jane Austen para comemorar isso, logo, aproveito para indicar o filme de Joe Wright. Os dois (livro e filme) mostram muito bem como os relacionamentos eram construídos naquela época, alicerçados pelo tempo. Claro que nem tudo era esplendor, e muitas mulheres e homens casavam com pessoas que não amavam, mas eu gosto de ver como se desenvolviam os flertes e intenções de namoro.
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Nota: ★ ★ ★ ★ ★ 
Autor: Jane Austen
Editora: L&PM Pocket
Páginas: 392
Ano: 2009

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Quem sabe mais?

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Quem sabe mais? Quem sabe mais? Dou lhe uma para aquele que sabe mais. Para aquele que sabe tudo, que já viu tudo, que já presenciou de tudo. Dou lhe uma para aquele que não precisa aprender nada, não precisa ver mais nada e nem conhecer nada. Dou lhe uma, porque todo o resto ele já tem. Que graça tem saber de mais?
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Inominado

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Já te chamei por tantos nomes que agora não sei qual deles de fato te representa. Sei que nenhum deles te define, pois é muito difícil apontar uma definição para alguém com um espírito tão livre quanto o seu. Te definir seria algo como te engaiolar, enjaular, aprisionar, você nasceu sem rédeas, sem regras e vive assim, com muito orgulho. E não aquele orgulho que se vê acima dos outros, mas sim acima de si, vencendo seus próprios desafios, seus próprios recordes. Não há palavra que te defina. Melhor assim, te lembro assim, como alguém sem nome, nem sobrenome, muito menos dígitos em um cartão pequeno, com uma foto de espantar qualquer um, te lembro nas atitudes irrepreensíveis, nos sonhos imensos, nos passos firmes e no gosto por viver.

Na minha estante: A vida secreta das abelhas

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Ganhei esse livro, em um amigo secreto de fim de ano da faculdade, da minha irmãzinha querida Nina. Ela foi bem esperta e sondou discretamente o livro que estava querendo e cá estou contando um pouquinho dessa história. Não lembro muito bem quando eu assisti o filme, mas lembro que vi com a minha prima e quando vi que era baseado num livro fiquei louca para lê-lo. O livro é tão fantástico quanto o filme. Em A vida secreta das abelhas, Lily Owens, uma garotinha de 14 anos, vive com o pai e uma empregada negra – Rosaleen – na cidade de Sylvan, Carolina do Sul, nos anos de 1964. Tempos difíceis aqueles onde havia muito discriminação racial. Lily cresce sem a mãe e com um terrível sentimento no coração, que a faz sofrer por 10 anos e a força a procurar respostas. Nessa busca Lily foge com Rosaleen e as duas seguem para Tiburo, cidade que Lily suspeita que encontrará respostas para inúmeros sofrimentos dela em Tiburo, cidade não muito longe de casa, lugar que para ela passa a ter um grande valor sentimental e que acaba por transformar a sua vida.

Nota: ★ ★ ★ ★ ★ 
Autor: Sue Monk Kidd
Editora: Ediouro
Páginas: 304
Ano: 2004

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Déjà vu

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Talvez a vida seja um eterno Déjà vu, um eterno “já vi, já vivi, já sonhei, já presenciei”. Talvez seja um sinal para que possamos aprender sempre com o que já aconteceu. Um alarme natural da vida pra dizer que temos que escolher o outro caminho ou que devemos olhar para trás e ver o que fizemos de errado e consertar agora que estamos cientes do que já passamos. Talvez o Déjà vu seja um eterno: “acorde, você já sabe o que fazer, um erro pode te mostrar o acerto e agora você pode seguir pelo caminho certo”.
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só lá mi fá dó lá si: Cantoras Internacionais

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Buscando as músicas para esse post eu parei e percebi que é bem difícil eu ser uma fã de carteirinha de cantoras mulheres e nem é por falta de opção, existem muitas cantoras boas por aí, mas eu acredito que o fato deve-se ao sentimento enquanto ouço a música. Se não desperta emoção logo de cara eu não corro atrás para conhecer outras músicas, e algumas músicas até me despertam curiosidade, mas às vezes não me prende totalmente a todo o trabalho do artista. Aqui eu consegui listar algumas cantoras de quem gosto muito, mas nem todas eu conheço o trabalho musical completo. Espero que gostem da seleção, elas representam muito do que escrevo aqui.