Dia do Escritor

Instrumento de trabalho de alguns escritores.

Há muito que as palavras fazem parte do meu cotidiano, seja no primeiro dia de aula na escolinha, ou em casa com alguma coisa que os meus pais disseram quando eu disse a primeira palavra ou na faculdade, na primeira apresentação do primeiro período ou aqui mesmo, no blog. Há muito que as palavras são como fiéis escudeiras, caminhando ao meu lado e me encorajando a ser alguém melhor. Talvez pareça estranho imaginar palavras que encorajam, ainda mais quando você as diz ou as escreve, mas é assim que eu me sinto cada vez que digito ou escrevo algo no caderno, eu me sinto encorajada, e a cada momento que alguém corrobora com isto que eu sinto aqui dentro essa coragem cresce. E você, caro leitor, sabe que isso não surgiu do nada, você, provavelmente, assim como eu, sentiu-se fisgado por algum texto de algum escritor, seja ele famoso ou não, escritor de best-seller, literatura de cordel ou pixador num muro, sabe como é ser enfeitiçado pelas palavras. No meu caso, o feitiço foi tão grande que não há um momento que eu não pense em algo que eu queira escrever. Até trabalhar com isso eu trabalho. Então, para agradecer aos feiticeiros que modificaram a minha vida o meu muito obrigada, que mais histórias me encantem e me encorajem, parabéns escritores, parabéns pelas belíssimas palavras.
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Novidades

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Boa noite leitores queridos que ainda acessam o Tudo é Silêncio, gostaria de compartilhar com vocês uma decisão que tomei há poucos dias: começarei a escrever um romance. Ainda não sei se vou publicá-lo ou não, mas é algo que eu já quero há muito tempo e agora uma ideia mais real veio a minha mente e acredito que, de alguma forma, estou pronta para concretizá-la. Espero que vocês entendam meu afastamento, que não é só por conta de começar a escrever algo inédito, mas também tudo que venho passando em casa e que tenho desabafado em outro canto. Conto com vocês, se quiserem colaborar com situações que tenham vivido em viagens eu agradeço, meu email para contato é: meh.weber@gmail.com

Fiquem bem e continuem conferindo as novidades por aqui. Beijos.

Só para dizer que não esqueci.

“Quantos são os que dizem levezas com profundidade, acalentam o difícil ofício do viver com arte e, na proximidade, assustam pela mesquinhez que corrompe e aniquila os afetos. Já convivi com gente assim. Já me estranhei diante do paradoxo do dizer e do viver. E já sofri com isso. Minha natureza, talvez errada, é do afastamento. Prefiro partir a conviver com a hipocrisia. Prefiro ver de longe a frequentar os bastidores da avareza humana. Não sei se isso é o correto. As vezes volto e tento semear poções de amor, jogo-me numa empreitada de acreditar que o outro pode se livrar de suas sujeiras e emergir limpo para o convívio saudável. E, depois de dizer, me calo. Surpreendo-me, desistindo de novo. Concluo que só muda quem quer. Não há ninguém que tenha o poder de transformar aquilo a que se nega. Sei, amigo, que também tenho minhas imperfeições. E são tantas e tão incomodas! Mas longe de mim a avareza, a mesquinharia. Desfraldo com prontidão a bandeira da generosidade; é ela que me aproxima do ser humano”.
Gabriel Chalita.