SIGNS

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Quando a monotonia é quebrada, o prazer em fazer certas coisas, inclusive trabalhar, fica mais saboroso. Patrick Hughes, diretor do curta metragem “Signs”, mostrou isso e de uma forma singela, como um casal que se conheceu através das janelas de seus escritórios, localizados em edifícios diferentes, mas lado a lado, começam a conversar e a se entender através de placas. Assim mudam suas vidas para melhor… ou não.
Caso seja necessário, “legendas” para as placas:

Take a foto = tire uma foto
I’m kidding = eu estou brincando
Stacey = Stacey (nome)
Jason = Jason (nome)
Nice 2 (to) meet u (you) = Prazer em te conhecer.
Nice to meet u 2 = Prazer em te conhecer tambem.
I have a secret = Eu tenho um segredo.
I was watching u first = Eu estava olhando prá voce primeiro.
I got promoted = Eu fui promovida.
We should celebrate = Nós poderíamos celebrar.
Absolutely = Absolutamente!
Do u want to meet ? = Você quer se encontrar (comigo)
Thought you´d never ask = Pensei que voce nunca fosse perguntar.
Hi = Oi S2

Fonte: MDIG

Os Três Mal-Amados.

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“O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.


O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos. (…)


O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.”

[“Os Três Mal-Amados”, constante do livro “João Cabral de Melo Neto]

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Da Felicidade!

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Quantas vezes a gente,
em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!
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(Mário Quintana)
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